Festa percorre sete comunidades em uma semana e chega a reunir cerca de 300 pessoas por pouso

Paróquia e comunidade unidas em manter a fé cristã em Pirenópolis. É com esse intuito que o coordenador Antônio Carlos de Morais e os padres Eduardo Henrique da Costa e Max-Lânio Pereira criaram a Folia de Santa Bárbara em novembro de 2015 e que chega à sua quarta edição no dia 9 de novembro. Durante uma semana, os fiéis vão percorrer sete comunidades pirenopolinas com canções, oração e peregrinação da fé.

O início do giro está previsto para acontecer a partir das 11h30, quando os fiéis se reunirão na Igreja Matriz de Santa Bárbara para o levantamento da bandeira e passarão pela casa de Antônio Carlos de Morais, conhecido como Toninho, para o almoço. De lá, os festeiros seguem para o primeiro pouso, na comunidade São João. De acordo com o coordenador da folia, em cada pouso acontece momentos de muita devoção e celebração. “Chegamos ao local já com os nossos cânticos, armamos a barraca e nos preparamos para a Santa Missa todas as noites, que acontece por volta das 19h30. Depois jantamos e fazemos os agradecimentos com muita catira”, explica Antônio Carlos.

Além da comunidade São João, a folia deve passar pelas comunidades Divina Misericórdia, Rio do Peixe, Lagolândia, Malhador, Fundão e Placa. Depois os fiéis retornam para a Matriz de Santa Bárbara para a missa da entrega da folia, que começa por volta das 19h30. A festa leva uma média de 300 pessoas por comunidade comunidades, sendo que em algumas, como a Comunidade Rio do Peixe, chega a atrair mais de 600 pessoas. “Outras, por serem de difícil acesso, levam cerca de 100 a 150 fiéis”, explica Toninho.

Antônio Carlos afirma que a festa foi idealizada para levar mais fiéis para a Paróquia de Santa Bárbara. “Ela se separou recentemente da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário e não tinha um cronograma de eventos. Foi quando nos reunimos para movimentar o local. Hoje, a folia é feita graças às doações das comunidades e das ofertas dos fiéis”, explica o coordenador. “E estar à frente dessa missão gera muita responsabilidade, porque temos que monitorar para que pessoas não entrem com bebidas e solicitar apoio policial para uma celebração com respeito”, concluiu.

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