Com um cenário sempre inspirador, a cidade histórica de Goiás tem se tornado o destino de muitos casais que buscam celebrar sua união num lugar diferente. Segundo cerimonialista Renato Spigai, os noivos querem aproveitar o final de semana para prolongar o tempo da festa e aproximar familiares e amigos. Geralmente, a celebração inicia na sexta e termina só no domingo

Construções históricas com igrejas e casarões centenários, riquezas naturais ao seu redor e uma cultura rica. Pirenópolis, a 120 quilômetros de Goiânia e a 140 de Brasília, é sempre um cenário inspirador. Não é à toa que a cidade tem se consolidado como um dos principais destinos para receber celebrações de casamentos em Goiás, trazendo espaços para aqueles casais que buscam fugir do convencional e ainda aproximar os familiares e amigos.

E foi essa proposta de fugir do lugar comum e trazer mais beleza para uma ocasião tão especial como o casamento, que fez com a empresária Débora Tavares de Oliveira, 26 anos, optasse por celebrar a união com o seu atual marido, o também empresário Romas José Filho, 34 anos, em um hotel fazenda localizado em uma Área de Preservação Ambiental de Pirenópolis. “Eu sempre gostei da cidade porque, além de ter um estilo mais rústico, proporciona um contato maior com a natureza. Para quem não gosta de eventos muito formais, o local se transforma em um perfeito ambiente”, explica.

De acordo com o cerimonialista Renato Spigai, responsável pela organização do casamento de Débora, os motivos que levaram Pirenópolis a se tornar um dos principais destinos para casamento em Goiás vai além dos belos cenários bucólicos e do contato com a natureza. “Além da beleza da cidade, os noivos querem também aproveitar o final de semana para prolongar o tempo de casamento e manter um contato maior com a família. Geralmente, a celebração inicia na sexta e termina só no domingo”, explica.

Outro fator levantado por Renato é a questão financeira. Segundo ele, os valores dos casamentos realizados a céu aberto e durante os três dias são bem competitivos ao ponto de se equilibrar com cerimônias realizadas em ambientes fechados, como salões de festa, e que duram no máximo cinco horas. “Geralmente, são os mesmos valores, por volta de R$ 20 e 25 mil. Isso atrai casais de Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e até do exterior”, explicou.

Segundo o cerimonialista, há uma temporada certa para as cerimônias, que é o período de secas, entre maio e novembro. Em 2018, ele conta que foi responsável por conduzir 26 casamentos e, já para este ano, outras 25 cerimônias estão agendadas. “Temos apenas 54 semanas durante o período sem chuvas para realizar esses casamentos e já temos quase a metade das semanas reservadas para os eventos”, revela.

Um lugar especial
Apesar de aproveitar espaços próprios para passar o final de semana durante a cerimônia, os casais não se limitam a ficar em hotéis ou pousadas. “Os principais cenários buscados pelos casais são as cachoeiras e o centro histórico de Pirenópolis. Eles aproveitam cada ponto da cidade de maneira intensa”, afirma Renato Spigai.

A empresária Débora de Oliveira diz que, embora quisesse fugir de uma cerimônia muito formal, algumas coisas na celebração de seu casamento precisavam estar perfeitas, como por exemplo, o altar voltado para o pôr do sol e a realização da cerimônia às 17 horas “Tinha que estar em contato com a natureza também. Pois foi assim que ele e eu nos beijamos pela primeira vez, na Chapada dos Guimarães. O nosso pré-wedding, na Chapada dos Veadeiros, também foi incrível. E só Pirenópolis podia oferecer isso”, relembra a empresária, casada há cinco meses.

 


 

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